
Em tempos de de CPI, afagos de Lula em Maluf(gosto demais do presidente) ligações "indecentes" de políticos com o Carlinhos Cachoeira, grande cara do momento e digo grande sem as tradicionais aspas, por o fato ser verdade: Não se fala em outra pessoa em Brasília ou no Brasil, o camarada é "amigo"(aí eu coloco as aspas) nada mais nada menos de diretores e jornalistas da revista VEJA, amigo(sem aspas de acordo com o senador)do senador Demóstenes Torres(sem partido) e se está CPI estiver com disposição de fato, vão aparecer muito mais companheiros(será que um certo Cabral está nesta lista tão singela?). O certo é, que Cachoeira têm uma lista de compadres e se houver vontade política em Brasília, o que na maioria das vezes praticamente não existe, quando se trata de aparecer determinados nomes como os dos governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, por exemplo, pois por ambos, pertencerem a partidos de forte influência na política tupiniquim e por terem cargos de tão grande importância, corremos um grande risco de assitir-mos a um acordão, onde se daria um peixe(vai acabar sobrando para senador Demóstes) para os tubarões de Brasília se fartarem de sua "fome de justiça" e também satisfazer a mídia e a população.Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão que espera julgamento dos réus envolvidos no processo no STF.
Outro nome primordial em toda essa questão,é da empreiteira Delta, maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos, a indícios de que faça parte do esquema de Cachoeira,onde teria participado e obtido vários contratos de forma irregular em licitações de cartas marcadas, daí a importância de se convocarem nomes como dos senhores Sérgio Cabral e do senhor Fernando Cavendish que até bem pouco tempo era presidente da construtora Delta, e o governador, pelos fortes indícios que têm ligações perigosas neste esquema. Cavendish, já demostra vontade me falar, já quem em conversa reservada com um parlamentar que é seu amigo, revelou ao mesmo que não apenas a Delta, mas a maioria das grandes empreiteiras paga propina a servidores públicos e políticos em troca de obras e aditivos contratuais, comprovando apenas o que todos já sabemos de antemão a muitos século: A corrupção nos orgãos públicos, quando se trata de licitações dos mais baixos aos autos graus do governo é "vencida" a base de muita grana, de quem esteja disposta a pagar. Falando em dinheiro, me deu fome, vou almoçar.abraços em todos e até a próxima.
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